sábado, 18 de abril de 2015

4 perguntas para fazer antes de negociar salário numa crise

dúvida

Em tempos de crise econômica, reestruturações e demissões cada vez mais frequentes, conversar sobre aumento de salário com o chefe parece uma ideia perigosa.
Mas não há motivo para ter medo do assunto, segundo João Xavier, diretor geral da Ricardo Xavier Recursos Humanos.
“Ninguém está colocando o emprego em risco simplesmente por querer discutir a própria remuneração”, garante ele.
Para não azedar a relação com o seu empregador, a conversa deve ser conduzida de forma estratégica, claro - e isso a qualquer tempo. Se o momento econômico é difícil, a cautela é ainda mais bem-vinda.
De acordo com Xavier, o profissional deve dosar o seu grau de “agressividade” com base em dois indicadores: a situação financeira da empresa e o seu interesse em continuar trabalhando nela.
Se a sua decisão for pedir o aumento, você pode e deve sinalizar o seu interesse, desde que seja de forma aberta e propositiva, aconselha o especialista.
Na visão de Ricardo Tozetti, consultor da Hays, também é importante que a negociação aconteça na hora certa. "Trazer o assunto de forma brusca não é eficaz", recomenda. “Espere uma ocasião mais formal, como a reunião mensal de feedback, por exemplo”, diz Tozetti.
Outro cuidado básico é se posicionar sobre o assunto diversas vezes ao longo do tempo. Segundo o consultor, a negociação é um processo, não um momento isolado. "É uma conversa que começa na hora da contratação e se prolonga indefinidamente", explica.
A instabilidade econômica do país - e, consequentemente, do seu empregador - torna todo o processo ainda mais delicado do que o habitual. Por isso, antes de se pronunciar, é importante fazer algumas considerações. Veja a seguir:
1. Você merece o aumento? Mesmo?
Segundo Tozetti, se a empresa está em crise, será necessária ainda mais “munição” do que o normal para convencê-la de que você merece um aumento. Para chegar a argumentos convincentes, o primeiro passo é fazer uma autoavaliação cautelosa e crítica sobre o seu desempenho.

A dica de Xavier é reunir números que provem o seu desempenho ao longo do tempo, ou mesmo resultados qualitativos, como feedbacks positivos de clientes, por exemplo. Qualquer alegação que escape a isso não vale como justificativa.
2. Quais são as perspectivas dentro e fora da empresa?
Por mais que você tenha argumentos baseados no seu desempenho, é importante analisar o seu entorno. Qual é a remuneração praticada pelo mercado para profissionais com o mesmo cargo que o seu? Quanto ganham os melhores da sua área, e por quê? Para chegar a essas informações, Tozetti recomenda consultar ex-colegas de trabalho, ex-chefes, amigos da faculdade e tutores.

De acordo com Xavier, também vale avaliar o grau de dificuldade financeira do seu empregador. A crise é profunda ou pode arrefecer em curto ou médio prazo? As demissões têm sido sistemáticas ou pontuais? Se a situação der sinais de que pode melhorar em breve, a atitude mais estratégica pode ser simplesmente esperar.
3. Há outras recompensas possíveis?
Xavier diz que também vale refletir sobre o seu nível geral de satisfação com o emprego. Você tem uma relação saudável com o seu chefe? O clima é agradável? Os benefícios são bons? Você tem oportunidades de aprendizado e desenvolvimento?

Segundo o especialista, essa reflexão é essencial para definir o seu tom na negociação, ou mesmo para rever a própria necessidade de falar sobre o assunto. “No fim das contas, você pode concluir que é melhor permanecer com o mesmo salário, mas usufruir do resto”, diz ele.
4. Qual será o seu plano de ação?
Se, já feitas todas as considerações, a sua decisão for pedir um aumento apesar da crise financeira da empresa, o ideal é “comer pelas bordas”, aconselha Xavier.

Em vez de pedir tudo numa única reunião, é mais estratégico programar uma série de pequenas conversas sobre o assunto ao longo do tempo. “Não é o momento para ser ousado”, afirma o especialista. 

Quer estudar fora? Este programa pode ser a sua chance

jovens brincam com globo terrestre

Você sonha em fazer a graduação em uma das melhores universidades do mundo, mas não sabe como chegar lá? Já conhece o "caminho das pedras" e quer orientações práticas sobre o processo de candidatura (application) e auxílio financeiro para as taxas de provas e universidades?
A Fundação Estudar te apoia! Mas corra: as inscrições ao Prep Scholars - o programa 100% gratuito da Fundação Estudar de preparação para a graduação no exterior - terminam no dia 18 de abril. Faça já sua inscrição pelo site do Na Prática.
Desde 2010, passaram pelo Scholars mais de 150 brasileiros. Neste ano, mais de 80% dos alunos do programa foram admitidos em pelos menos uma universidade no exterior, grande parte delas instituições de ensino de excelência.
O Prep Scholars teve alunos aprovados nas oito universidades que integram a chamada Ivy League - grupo das instituições de maior prestígio nos EUA (Brown,Columbia, Cornell, Dartmouth, HarvardPrinceton, Universidade da Pensilvânia eYale) -, além de outras de prestígio como Stanford, Duke, Chicago e MIT.
Os 4 estudantes aprovados no MIT, por sinal, foram preparados pelo Scholars - número recorde de aprovações de brasileiros na instituição.
Um deles é Mateus Bezrutchka, de 18 anos, que também passou em Harvard e Columbia. "O Prep me ajudou desde com ajuda financeira para pagar as inscrições das universidades e taxas de provas, que eu não tinha como pagar, até orientação para as essays (redações) e para escolher em quais universidades me candidatar. Foi crucial para os resultados", diz.
Quem pode participar
Para se inscrever, é necessário ter bom desempenho escolar, falar inglês e estar no 3º ano do ensino médio ou formado há no máximo um ano. O processo seletivo inclui preenchimento de formulários; envio do histórico escolar, uma redação e um vídeo de apresentação; e realização de testes de lógica e inglês. Caso passe para a próxima etapa, o candidato também passará por uma entrevista em inglês.
O que o programa oferece 
Os aprovados receberão gratuitamente horas de consultoria individualizada com a equipe da Fundação Estudar sobre o processo de application a universidades fora, especialmente dos EUA.
Isso porque, diferentemente do Brasil, em que o candidato realiza apenas uma prova (vestibular); nos EUA o processo é bem mais complexo: o aluno precisa, além da prova (SAT ou ACT), fazer um exame de proficiência em inglês (TOEFL ou IELTS) e enviar às escolas seu histórico escolar do ensino médio, cartas de recomendação e redações (essays) e muitas vezes passar por entrevista.
Os selecionados têm ainda orientação em grupo e acompanhamento de um mentor que estudou fora e aqueles que comprovam necessidade financeira recebem ajuda para arcar com os custos do processo.
SERVIÇO
Prep Scholars
Inscrições: até 18 de abril
Como: pelo site do Na prática

Como uma fusão ou aquisição pode mudar a sua vida?

executivo-preocupado

Na cabeça de muitos profissionais, o anúncio de uma fusão ou aquisição costuma dar vazão a elucubrações dignas de filme de terror.
O pesadelo começa assim: ao chegar ao escritório na segunda-feira, você nota que o nome e o logo da empresa mudaram. Ao longo do dia, você descobre que há um novo chefe, os antigos benefícios foram extintos e dezenas de colegas foram demitidos. Será que o próximo a ir para a rua não é você?
De acordo com André Rapoport, diretor geral da Right Management no Brasil, essas ideias assombram muitos processos de fusão ou aquisição, sobretudo os menos transparentes.
O único remédio contra o mal-estar, diz ele, é tentar descobrir o maior número possível de informações sobre o negócio - sobretudo qual é o objetivo por trás dele.
A finalidade é a sinergia entre as empresas? Ou é apenas uma forma de aproveitar uma marca para fortalecer a outra? "Isso é o que permite dizer o que vai acontecer com os profissionais de ambos os lados”, diz Rapoport.
Se o propósito do negócio for ganhar eficiência - aproveitando áreas, equipamentos e, claro, profissionais em comum - é provável que haja enxugamentos e demissões.
No entanto, se não houver sobreposição de atividades e os portfólios das empresas forem complementares, é provável que o impacto seja menor.
De uma forma ou de outra, as mudanças serão substanciais mesmo para quem permanecer empregado. “Em geral a empresa compradora impõe sua cultura, que pode ser mais austera, com menos benefícios e uma política salarial mais dura, por exemplo”, afirma Rapoport.
Para quem fica, o enxugamento das estruturas e a busca por eficiência também trazem um impacto grande para a rotina: o aumento na carga de trabalho. 
E se der certo?
Segundo o especialista, os dois primeiros anos após uma fusão ou aquisição costumam ser os mais turbulentos. O nível de tensão chega ao pico nesse período, mas tende a diminuir gradativamente.

“Existe um tempo de acomodação, que precisa ser respeitado”, explica ele. “É bobagem se assustar e se precipitar, pedindo demissão”.
Isso porque, se bem conduzido, o negócio pode gerar resultados positivos para todas as partes envolvidas.
A recém-anunciada fusão da Heinz com a Kraft Foods, por exemplo, criará uma gigante de alimentos. Combinadas, as duas marcas serão a 5ª maior empresa do segmento no mundo, com faturamento anual de aproximadamente 28 bilhões de dólares.
Se o seu empregador se tornar maior e mais competitivo no mercado, os ganhos para a sua carreira podem ser imensos, diz o diretor da Right Management.
Em longo prazo, podem acontecer movimentações internas, abertura de novos postos e, caso a outra empresa seja uma multinacional, até mesmo oportunidades internacionais.
Sejam as novidades boas ou más, o ideal é estar aberto a elas. “Quanto antes você aceitar a mudança, melhor, porque ela certamente virá”, diz Rapoport.

As melhores e piores cidades para encontrar emprego online

Mulher utilizando computador

Rio de Janeiro é a cidade em que profissionais têm mais chance de conseguir encontrar emprego fazendo busca pela internet.
A informação parte de pesquisa realizada pelo buscador de empregos Adzuna, que compara o número de vagas abertas anunciadas online (são mais de 450.000 vagas indexadas no Adzuna), com dados do IBGE e DIEESE sobre desemprego nas grandes cidades - publicados em março deste ano.
A equipe do Adzuna também analisou a distribuição de vagas em diferentes setores, para determinar quais áreas estão contratando mão de obra nas diferentes localidades.
O setor de serviços oferece a maior parte das vagas abertas online, são mais de 64 mil vagas abertas, o que corresponde 12% do total de vagas divulgadas online no Brasil neste ano.
A equipe do Adzuna destaca ainda que o número de vagas abertas no setor industrial caiu em relação ao ano anterior, perdendo a segunda posição no ranking para o setor administrativo.
Enquanto são mais de 29 mil oportunidades na área administrativa anunciadas, o setor industrial teve 20,1 mil vagas anunciadas online, segundo o levantamento.

As melhores cidades para buscar vagas online:

1º Rio de Janeiro

2º Porto Alegre

3º São Paulo

4º Belo Horizonte


As piores cidades para buscar vagas online:

1º Salvador

2º Recife

3º Brasília

4º Fortaleza

Tirei licença médica de 3 meses. Perdi direito às férias?

Mulher doente na cama

Não, como você ficou por apenas três meses em licença médica, você não perdeu o direito a férias. 
Vejamos primeiramente como funciona a licença médica:
O colaborador, que se encontra incapacitado de exercer as suas atividades por comprovação médica, permanece recebendo seu salário normalmente nos primeiros 30 dias.
Superado esse período de 30 dias, permanecendo a incapacidade, a empresa não será mais responsável pelo seu salário. O colaborador se tornará beneficiário da Previdência Social e terá que, periodicamente, passar por consultas médicas. (Anteriormente, a empresa era responsável apenas pelos primeiros 15 dias. A Medida Provisória 664 de 30 de dezembro de 2014 ampliou para 30 dias).
Quanto ao direito a férias, a CLT é expressa no sentido de que o colaborador perderá esse direito se o intervalo em que permanecer em licença, durante os 12 meses em que deve trabalhar para ter direito a um mês de férias, o chamado “período aquisitivo”, for superior a seis meses (art. 133, IV).
É importante mencionar que não há necessidade desses seis meses serem contínuos, bastando estar dentro do período aquisitivo.

segunda-feira, 30 de março de 2015

Como é a rotina de trabalho em uma plataforma de petróleo

Plataforma de petróleo da Shell

Rafael Oliveira, 26 anos, trabalhou embarcado em plataformas de perfuração da Shell por um ano e meio. Para tanto, o engenheiro de petróleo, graduado pela Universidade de São Paulo – USP, precisou fazer cursos que são pré-requisitos globais: como sobreviver no mar, como apagar incêndio, primeiros socorros e até como sair de um helicóptero (meio de transporte até a plataforma). “E eu nem sabia nadar!”, lembra Rafael.
Nos períodos em que passou embarcado, teve que ressignificar seu calendário. Afinal, não há mais Natal, Ano Novo, nem feriados – são 14 dias de trabalho intenso seguidos de 14 dias de folga. Para ele, o ritmo funcionava bem, apesar de ter que abrir mão de eventos como casamentos e aniversários. “Há quem goste muito da possibilidade de planejar seus dias de folga e não tem problemas com esse regime. Outros sofrem por passar tanto tempo longe dos familiares e amigos”, diz.
Nas sondas, trabalha-se em média 12 horas por dia, e, para os cargos de coordenação, é preciso estar disponível 24 horas por dia. Mas, para Rafael, vale a pena. “Uma das coisas mais legais da Shell é trabalhar com megaprojetos. Estive numa operação que envolvia um investimento de 1,5 milhão de dólares por dia”, diz.
Treinamento e crescimento
O setor petroleiro não é muito conhecido por oferecer um crescimento profissional rápido, mas, segundo Rafael, há um gap de profissionais entre os mais novos e os mais velhos, o que faz com que as empresas invistam em gente para cobrir as pessoas que vão se aposentar. Daí vem o forte investimento na formação dos profissionais, que podem ser engenheiros, geólogos, físicos e de diversas outras áreas.
Por isso, para quem gosta da ideia de trabalhar com diferentes culturas, não tem medo de mudar de país e quer sentir que seu trabalho tem impacto na economia global, Rafael diz que o setor está em evidência e aposta no desenvolvimento dos profissionais. “É comum que as operadoras (como a Shell) financiem os estudos das pessoas fora, além de ter uma quantidade imensa de cursos internos. Assim, você se torna um profissional cada vez mais completo, com treinamentos excelentes”, afirma o engenheiro.
Desde que entrou na Shell, em 2013, ele mal parou em casa. Além de trabalhar em duas diferentes sondas, seu tempo no continente também foi ocupado por treinamentos e exames, inclusive na Holanda e nos Estados Unidos. “Isso tudo faz parte da qualificação oferecida pela empresa para que seus funcionários obtenham certificados reconhecidos no setor”, diz Rafael.
Após obter essa formação, foi oferecida a Rafael a possibilidade de expatriação para a Holanda por um ano e meio. “O pacote de expatriado tem uma série de benefícios, como moradia e bons aumentos de salário. Também é interessante me aproximar dos grandes executivos de outros países e ter uma visão mais estratégica da empresa”.

12 empresas que estão contratando profissionais de TI

Mulher utilizando computador

Está procurando uma boa oportunidade para alavancar a carreira na área de tecnologia? Então dê uma olhada nestas oportunidades. Há vagas para trabalhar em mais de 10 estados do país:
1. TCS
A Tata Consultancy Services, empresa de serviços e consultoria em TI, tem 20 oportunidades para profissionais da área. As vagas são para trabalhar no Rio de Janeiro, capital e interior, como consultor SAP, consultor de ERP em geral, especialista em infraestrutura, arquiteto (de mobilidade e rede), analista de suporte de rede, analista de BI, help desk e gerente de projeto. Para se inscrever, basta enviar seu currículo para brazil.careers@tcs.com.
2. GFT
O Grupo GFT, provedor global de TI especializado no setor financeiro, está procurando 100 profissionais da área para trabalhar em suas duas unidades no país, nas cidades de Sorocaba e Barueri, em São Paulo.
As oportunidades são para gerente de projetos, arquiteto sênior, desenvolvedores de todos os níveis e consultores.
Para concorrer a uma das oportunidades, o candidato precisa ser formado em cursos como ciência da computação, TI, engenharia, matemática, além de ter inglês entre nível médio e fluente.
Veja mais detalhes sobre as vagas e se inscreva pelo site da companhia.
3. Escriba
A Escriba, empresa especializada em software de gestão para cartórios, possui vagas abertas para executivo de negócios, analista contábil, testador de sistemas, consultor de O&M (CI), consultor de O&M (atualização), analista de sistemas pleno, consultor de O&M (atendimento), instalador de sistemas e programador júnior e pleno.
As oportunidades são para trabalhar no Paraná, Mato Grosso, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Minas Gerais, Amazonas e Mato Grosso do Sul. Saiba mais sobre as vagas e se candidate pelo site da empresa.
4. eWave
A empresa de soluções em TI eWave tem mais de 80 oportunidades abertas para profissionais de TI nas áreas de suporte, desenvolvimento, gestão de projetos, integração de sistemas, processos, infraestrutura, BI e marketing.
Há oportunidades para estagiários e profissionais de nível júnior, pleno e sênior. Os candidatos selecionados poderão trabalhar nas cidades de Curitiba (PR), Porto Alegre (RS), São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Brasília (DF).
Além da remuneração, benefícios, programas de capacitação, incentivo à certificações e cursos de idiomas também são oferecidos pela companhia. Os interessados podem se candidatar pelo site da eWave ou entrar em contato pelo e-mail recrutamento@ewave.com.br.
5. Sensedia
A empresa de TI especializada em API (Application Programming Interface) e SOA Sensedia oferece 10 vagas para profissionais da área.
As oportunidades são para trabalhar em Campinas (SP), São Paulo (SP) e Rio de Janeiro (RJ). Os cargos são para arquiteto de software, desenvolvedor, desenvolvedor Oracle SOA e especialista em APIs.
Os interessados em se candidatar para o processo seletivo devem enviar o currículo para o e-mail rh@sensedia.com com o cargo desejado no assunto da mensagem. Veja mais detalhes sobre as vagas e seus pré-requisitos no site da Sensedia.
6. Venturus
O Centro de Inovação Tecnológica Venturus tem 36 vagas de emprego na área de TI em Campinas, no estado de São Paulo. Veja as posições em aberto na lista abaixo:
- Analista de Desenvolvimento Web Pleno
- Data Scientist
- Analista de Desenvolvimento Objective-C e C
- Analista de Desenvolvimento .NET Júnior
- Analista de Desenvolvimento .NET Pleno
- Estagiário em Desenvolvimento .NET/ C#
- Analista de Desenvolvimento C/C++ PL e SR
- Analista de Desenvolvimento Java SE JR, PL e SR
- Analista de Testes JR e PL
- Assistente Técnico C++/Java
- Estagiário de Desenvolvimento C++/ Java
- Analista de Desenvolvimento Android Júnior
- Analista de Desenvolvimento Android Pleno
- Redator Técnico
Para saber mais detalhes sobre as vagas e se candidatar a uma das oportunidades acesse o site da Venturus.
7. Capgemini
A Capgemini, empresa de tecnologia presente em mais de 40 países, possui 200 vagas para profissionais de TI. As oportunidades são para trabalhar no Centro Global de Serviços e Aplicações, em Salvador (BA), nos cargos de analista de sistemas Java, Cobol, .Net e consultor de SAP/ ABAP.
Os interessados podem consultar as oportunidades no site da companhia, indicando no local de busca o nome da vaga de interesse. Para se candidatar, basta enviar o currículo para o e-mail curriculoti.br@capgemini.com.
8. ZCR
A ZCR Informática, companhia de TI instalada no Parque Tecnológico da Bahia, recruta profissionais para trabalhar em Salvador. As vagas são para analista de redes e infraestrutura e analista Linux e antivírus. Para se candidatar a uma das oportunidades, é preciso enviar o currículo para o e-mail selecionatirh@gmail.com e especificar a vaga desejada no assunto da mensagem.
9. Encripta
A companhia especializada em soluções e serviços para distribuição de conteúdo digital protegido tem quatro vagas abertas em São Paulo. Todas elas são indicadas para programadores, sendo uma para aplicativos Android, aplicativos iOS, programador .Net C#, e outra para desenvolvedor PHP.
Os interessados devem enviar e-mail com currículo para vagas@encripta.com.br até 13 de março. O processo seletivo inclui a análise do currículo, realização de entrevista e teste. O início das atividades está previsto para meados de março.
10. Simpress
A fornecedora de outsourcing de impressão e gestão de documentos Simpress oferece mais de 40 vagas em São Paulo e Santana do Parnaíba.
As posições são para supervisores e analistas nas áreas técnica, administrativa e financeira. Na área de TI, há cargos para supervisor de serviços, analista de projetos, analista de soluções e analista de suporte hardware. Saiba mais sobre cada vaga neste link.
Para se candidatar a uma das oportunidades é preciso enviar o currículo pelo site da Simpress.
11. IMAP
O Instituto Municipal de Administração Pública (IMAP) procura um programador / desenvolvedor .NET com experiência em desenvolvimento de sistemas na linguagem e em bancos de dados.
Para concorrer ao cargo é preciso cursar o ensino superior em análise de sistemas, sistemas da informação, ciência da computação ou processamento de dados. Os interessados devem enviar currículo para o e-mail rh@portalimap.org.br.
12. Locaweb (trainee)
O Grupo Locaweb abriu seu Programa de Trainee 2015, com oportunidades para profissionais nas áreas de comercial, financeiro, projetos, produtos, marketing, recursos humanos e tecnologia. O programa tem duração de 12 meses – de julho de 2015 a julho de 2016 – e nesse período os jovens selecionados participarão de workshops e treinamentos
Podem participar do processo seletivo os alunos graduados entre julho de 2013 e julho de 2015 em cursos como administração de empresas, ciências econômicas, direito, engenharia, ciência da computação, marketing, psicologia e economia. Os interessados devem se inscrever pelo site do programa até 30 de março.